Era mais um dia de trabalho, o escritório estava abarrotado de serviço. Eu estava na minha sala terminando um relátorio, quando ele entrou repentinamente. Ele trabalhava comigo a algum tempo, era um homem aparentemente rude e meio obstinado, um tipo esquisito não muito comunicativo. Ele sentou-se na minmha frente e começou a me interrogar sobre minhas ambições. Ele conduzia a conversa de uma maneira um tanto estranha, dizia que para realizar as nossas ambições só precisamos nos associar com a pessoa certa. Eu não estava entendendo nada, foi quando ele se levantou foi indo até mim, eu fui recuando até que a parede me impedia de recuar mais, ele se aproximou mais ate que me beijou. Eu tentei me esquivar, mas ele me segurou com sua maõs no meu rosto com força. Eu fiquei furiosa, mandei que ele saisse e que nunca mais fizesse isso. Então ele me disse que eu deveria dar uma olhada nos papeis que ele havia deixado sobre a mesa. Me aproximei da mesa peguei os papeis e comecei a folea-los, se tratava de um dossie sobre mim. Nele continha um dos segredos que eu mais me esforçava para esconder, uma fraude em que eu cometi a burrice de participar no meu antigo emprego, uma brincadeira que poderia me levar para a cadeia. Todo o esforço que tive de enterrar o meu passado havia sido em vão, agora aqueles malditos papeis estavam nas maõs dele. A menos que ele estivesse disposto a negociar. Ele então me disse que a noite poderiamos jantar juntos para tratarmos desse negócio. O dia todo passei preocupada sobre quanto ele ia pedia para se calar, pensei até mesmo em silenciar ele de outra forma de uma forma definitiva, mas eu não queria cometer mais erros. A tarde passou devagar, as horas pareciam dias, mas finalmente chegou a noite. Fui para casa me arrumei as oito em ponto ouvi o carro me chamar no portão de casa, sai as pressas entrei no carro. O carro seguiu por uma rua estreita e bem iluminada parou diante de um restaurante robusto , o clima era tenso não havia assunto para falar. Esse clima silencioso durou o jantar todo. Como ele parecia não querer falar, ele somente me olhava com um olhar enigmático, eu tentei entrar no assunto, mas fui interrompida por ele, que apenas disse mais tarde tratamos disso. Depois do jantar mais uma vez entrei no carro sem entender nada, mais uma vez o carro seguia por uma rua estreita e iluminada. Comecei prestar atenção e o caminho definitivamente não era o mesmo, o nervosismo começou a tomar conta de mim, então não me contive e num impeto de nervosimo perguntei onde ele estava me levando e o que ele pretendia com tudo isso. Ele apensa sorriu e disse que eu ia ter uma surpresa, que a noite apenas tinha começado. Eu sentia vontade de correr, de gritar de sair do carro, mas era tarde não havia nada que eu pudesse fazer a não ser esperar. Depois de algum tempo naquela agonia o carro parou diante de um grande portão de ferro onde tinha um segurança. Ele conversou algo com o segurança que abriu o portão e tornou a fechá-lo. O carro seguiu por uma ruazinha pequena, numa pátio gramado com grandes arvores, não dava para ver se tinha flores, apesar de ser uma noite clara. O carro novamente parou dessa vez diante de uma casa meio antiga de dois andares estilo classica, meio mal cuidada. Na porta tinha mais dois seguranças. Ele saltou do carro, eu não conseguia sair estava imóvel o medo estava se apoderando de mim não conseguia reagir. Ele foi me puxando pelo braço. Entramos na casa, no hall de entrada alguns quadros antigos e uma ante sala com um sofá escuro e uma estante classica cheia de livros velhos, bem no meio da casa uma escada que levava aos dormitórios. Sentei no sofá ele sentou frente a frente comigo, cruzou as pernas e disse, vamos tratar de negócios. Eu tentei falar, mas as palavras não saiam, não sabia o que dizer nem por onde começar. Então ele começou dizendo que tinha algo que eu queria e que eu tinha algo que ele queria. Eu perguntei quanto ele queria para ficar calado. Ele me disse para guardar o meu dinheiro que ele queria outra coisa. Fiquei curiosa, não sabia de mais nada estava preparada para ser chantageada, respirei aliviada pensando que se tratasse de algum favor. Ele então começou a me explicar que por algum tempo tentava se aproximar de mim e que eu parecia ignorar seus sentimentos. Senti um calafrio. Então que agora eu tinha duas opções ou eu o aceitava ou ia parar na prisão. Eu me desesperei, era pior do que eu pensava eu estava nas maõs dele. Ele nem esperou minha resposta foi para cima de mim me cheirando e me beijando eu corri até a porta, mas o segurança me entregou nos braços dele. Minha recusa o deixou furioso, ele me pegou nos cabelos e foi me arrastando pela escada acima. Parou diante de uma porta grande de madeira, era o dormitório principal, nele tinha uma cama grande de madeira parecia ser antiga, uma comoda antiga também, um banheiro com uma banheira sem porta, uma janela com grades que dava para o jardim. Ele me jogou na cama, tentei sair , mas ele trancou a porta. Me sentei no canto do quarto no chão, com as pernas encolhidas esperando a próxima ação dele.
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Data de criação : 09/12/04 Última atualização : 11/10/23 21:04 / 2 Artigos publicados
O começo de tudo parte I. escrito em sexta 04 dezembro 2009 12:20
O começo de tudo parteII. escrito em sexta 04 dezembro 2009 16:56
Ele se aproximou lentamente me disse que não queria me machucar,
mas que eu não estava em posição de recusá-lo. Mas eu me recusava a
sair dali do chão não conseguia pensar estava paralisada pelo medo.
Ele tentou falar alguma coisa, mas eu não ouvia nada isso foi
deixando-o impaciente. De repente num ímpeto ele me puxou para a
cama, eu reagia me debatendo, mas ele me segurava. Ele ficou
furioso porque eu ainda o recusava e me esquivava dele, então ele
abriu a gaveta da cômoda, dela tirou algemas me arrastou até a cama
e algemou minhas mãos. Nesse momento eu recuperei a calma e comecei
a pedir que ele me soltasse que eu estava nervosa, que poderíamos
conversar, mas ele não queria me ouvir. Com as mãos algemadas, ele
começou tirar minha blusa como se estivesse desembrulhando um
presente, abriu os botões deixando o sutiã a mostra, meteu o nariz
entre os meus seios e começou a sentir o perfume deles.Eu me sentia
impotente diante da situação. Então lentamente ele foi tirando
minha calça, abriu o zíper e vislumbrou a calçinha, podia sentir a
excitação dele. Eu gritava por socorro, mas ninguém aparecia para
me socorrer e ele parecia nem dar importância para os meus gritos.
Já quase nua ele beijava meu corpo todo, tirou lentamente meu sutiã
e lambia os bicos dos meus seios, não contente em lamber-lhes
também os mordiscava bem de leve, eu me debatia, mas quanto mais eu
me mexia mais as algemas machucavam minhas mãos. Ele passou a
língua por todo meu corpo até chegar ao umbigo. Eu procurava manter
as pernas fechadas tentando me proteger, mas ele abriu minhas
pernas com força, começou a me acariciar com a língua, eu sentia
meu corpo todo formigar. Depois disso ele penetrou com muita força,
sentia meu corpo de abrir, ele ficou assim por algum tempo. Eu
pedia que ele parasse, mas ele não ouvia, ele urrava como um animal
enquanto eu gemia e gritava, por socorro. Quando pensei que ele já
estava satisfeito com tudo que já tinha feito e usado meu corpo,
ele ergueu minhas pernas e começou a penetrar anal, eu nunca tinha
feito isso sentia desconforto, implorei para que ele parasse, mas
ele nunca estava satisfeito e penetrou com força por todos os
lados, varias vezes. Dizia que se eu fosse boazinha não ia me
machucar. Até que finalmente ele gozou em cima dos meus seios me
molhou toda, eu me sentia usada, suja. Eu implorava para que ele me
soltasse para que eu pudesse pelo menos tomar um banho. Ele se
vestiu e ficou por alguns momentos me olhando. Depois de muito
pedir ele soltou as algemas eu quase sem força tentei levantar da
cama, ele me levou até o banheiro preparou um banho para mim.
Durante o banho perguntei se minha dívida estava paga se ele ia se
calar, se depois de tudo isso ele ainda queria me por na prisão
divulgando meu segredo. Ele então sorriu e me disse que por
enquanto não, mas antes que eu pudesse respirar aliviada ele
explicou que tínhamos um acordo, ele guardava o meu segredo e em
troca eu dava o que ele queria e quando ele queria. Tentei
argumentar dizendo que as pessoas perceberiam que iam acabar
percebendo essa estranha relação que tínhamos, mas ele me disse que
para as pessoas seriamos um casal comum, que a minha parte seria
apresentá-lo a todos como meu namorado. Ele não me deixou saída a
não ser concordar, mas cada vez que ele ia me buscar eu ficava
atônita, mais uma vez ia começar um fim de semana de prazer para
ele e de tortura para mim. Era como se em troca do segredo guardado
eu estivesse alugando meu corpo para ele e ele abusava dele muito
bem.

